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A pele era o que de mais solitário havia no seu corpo. Há quem, tendo-a metida num cofre até às mais fundas raízes, simule não ter pele, quando de facto ela não está senão um pouco atrasada em relação ao coração. Com ele porém não era assim. A pele ia imitando o céu como podia. Pequena, solitária, era uma pele metida consigo mesma e que servia de poço, onde além de água ele procurara protecção.
ver http://relampago.pt/luismiguelnava/lmnbiografia.htm
Encontrado in http://www.theresonly1alice.blogspot.com/
Enviado por Amélia Pais
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